Três motivos pra você estar pagando imposto a mais
O jeito como você atua muda tudo na conta final. Os erros mais comuns entre médicos:
Carnê-leão levando 27,5%
Recebendo como pessoa física, o imposto de renda chega a 27,5%. Como PJ bem enquadrado, a alíquota efetiva pode cair para a faixa de 6% a 11%.
Fator R mal aproveitado
É o cálculo que decide entre o Anexo III (barato) e o Anexo V (caro) do Simples. Muitos médicos pagam no V sem precisar — e isso são milhares por ano.
A Reforma Tributária chegando
O novo CBS/IBS tem redução de 60% para a área da saúde. Quem entende o próprio enquadramento agora se posiciona melhor na transição até 2033.
Como o médico pode pagar menos imposto
Não existe resposta única: o melhor regime depende de quanto você fatura e de como você se remunera. Estes são os caminhos possíveis.
Simples Nacional — Anexo III
O cenário mais econômico para a maioria dos médicos. A alíquota efetiva começa em 6% e sobe conforme o faturamento. Só vale se o Fator R ficar em 28% ou mais.
Simples Nacional — Anexo V
Onde o médico cai quando o Fator R fica abaixo de 28%. A alíquota efetiva começa em 15,5% — quase o triplo do Anexo III nas faixas iniciais.
Lucro Presumido
O imposto incide sobre uma margem presumida de 32% do faturamento, independente do lucro real. Costuma fazer sentido em faturamentos mais altos ou quando o Fator R não fecha.
Pessoa física e PF + CNPJ
Recebendo como pessoa física, o carnê-leão chega a 27,5%. Em alguns casos vale combinar a atuação como PF com um CNPJ — o simulador compara os dois cenários.
Fator R: o cálculo que decide a sua alíquota
É a razão entre a sua folha de pagamento — incluindo o pró-labore — e o faturamento dos últimos 12 meses. Chegando a 28%, você passa a ser tributado pelo Anexo III em vez do Anexo V. Ajustar o pró-labore para atravessar essa linha é uma decisão de planejamento, feita dentro da lei, e costuma ser a mudança de maior impacto na conta de um médico.
O que muda ajustando o enquadramento
Um caso ilustrativo — o número do seu caso aparece ao rodar o simulador.
Do Anexo V para o Anexo III, via Fator R
No Anexo V, a alíquota efetiva fica perto de 17,8% — cerca de R$ 8.900 por mês. Ajustando o Fator R para se enquadrar no Anexo III, cai para ~10,6%, cerca de R$ 5.300 por mês. Mesmo faturamento, imposto muito menor.
Descubra o seu número em 3 minutos
Responda algumas perguntas sobre o seu faturamento e forma de atuação. O comparativo completo dos 5 regimes sai na hora.
Simular meus impostos — grátisPerguntas que todo médico faz
Vale a pena abrir CNPJ sendo médico?
Na maioria dos casos, sim. Como pessoa física o imposto de renda chega a 27,5%. Como PJ no Anexo III do Simples Nacional, a alíquota efetiva costuma ficar entre 6% e 11% nas faixas iniciais. O ponto de virada depende do seu faturamento e da sua folha — o simulador mostra o número do seu caso.
O que é o Fator R e por que ele importa tanto?
É a razão entre a folha de pagamento (incluindo o pró-labore) e o faturamento dos últimos 12 meses. Se for 28% ou mais, você é tributado pelo Anexo III, mais barato. Abaixo disso, cai no Anexo V. Ajustar o pró-labore pode mudar o enquadramento de forma legal e reduzir bastante o imposto.
Quanto um médico paga de imposto no Simples Nacional?
No Anexo III a alíquota efetiva começa em 6% e sobe conforme o faturamento anual. No Anexo V ela começa em 15,5%. A diferença entre os dois é maior nas faixas iniciais e intermediárias — que é onde está a maioria dos médicos.
Médico plantonista pode atuar como PJ?
Sim, a contratação de plantonistas via pessoa jurídica é prática comum no setor. O que garante segurança nessa relação é o enquadramento correto e a documentação em ordem.
A Reforma Tributária muda alguma coisa para médicos?
Sim. O CBS e o IBS substituem PIS, COFINS, ICMS e ISS na transição até 2033, e os serviços de saúde têm redução de 60% na alíquota. O simulador já calcula ano a ano considerando essa regra.
A simulação é gratuita?
Sim, é 100% gratuita, sem custo em nenhuma etapa e sem compromisso.
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